Sabe aqueles filmes que vimos na adolescência e gostamos muito? Claro que, dependendo da idade de cada um isso pode significar filmografias totalmente diferentes, mas quem também tem 25 anos deve se lembrar de um Road movie musical (hoje) bem água-com-açúcar chamado “Duets” (e que, no Brasil, recebeu o infame subtítulo “Vem cantar comigo”). Não lembra? Bom, talvez a música (mais famosa) ajude a relembrar...
Anyway, talvez seja empolgação pela apresentação final da matéria de Canto Coral 1 na UnB (apesar dos pesares me diverti horrores nessa matéria), um misto de saudosismo e otimismo, ou simplesmente porque dei de cara com a trilha sonora do filme (que, aliás, é ótima) no meu computador esses dias; mas – coincidência ou não – é impossível não traçar um paralelo entre a história de pessoas que (assim como pra subir num palco e cantar pruma platéia) tiveram coragem de embarcar em carros e processos de mudança e o que anda me acontecendo por esses dias. Há que se ter coragem pra se lançar em qualquer coisa...
Quem não tiver a memória muito falha deve se lembrar dos boatos sobre o possível hermafroditismo de Lady Gaga no ano passado (a própria fez uma brincadeira sobre o caso numa das cenas do vídeo de “Telephone”) e – mesmo entre os fãs mais ardorosos – era possível ver uma postura de estranhamento, às vezes até de repulsa à idéia. Nada mais natural, não? Desde que o mundo é mundo a sociedade (e mesmo a biologia) são divididos em valores binários: o preto e o branco, o bem e o mal, o macho e a fêmea, o zero e o um, o Tom e o Jerry...
Certo?
Well, acho que todos concordamos que a vida seria bem menos complicada (e interessante) se as coisas fossem simples assim, mas basta um mínimo de esforço intelectual pra se tocar que - assim como os outros contrastes – há inúmeras gradações/casas decimais/fases/wathever entre um pólo e outro (inclusive entre o masculino e o feminino)... e, ainda sim, insistimos em negar essa idéia (seria uma manifestação da lei do menor esforço ou algo do tipo?).
Ok, pseudofilosofias e teorias à parte, vêm a pergunta “Por que diabos ele está falando sobre isso?”, certo? Como é de conhecimento público, a UnB (FINALMENTE) encerrou a greve e seus alunos puderam retornar às aulas, entre elas a de (♥) “Teoria queer, cultura visual e implicações pedagógicas” (que, aliás, é interessantíssima... te faz questionar muitas coisas), onde – entre outras coisas – analisamos filmes (♥) e o último suscitava essas (e outras) questões...
Aliás, já a algum tempo ouço falar bastante da nova safra do Cinema argentino e – a julgar por esse filme – acho que vou atrás de mais títulos a fim de desmistificar (ou não) os filmes do lado de lá da fronteira. Enfim, a quem puder assistir (e refletir sobre o assunto... é legal também), fica a dica!
Estava procurando uma tirinha do Calvin pra ilustrar o post anterior (e não encontrei, como se pôde perceber) quando – no meio do acervo do Depósito do Calvin (que, alíás, super vale a pena visitar) - encontrei alguns fanarts, no mínimo, interessantes; não as usuais reproduções e reinterpretações da icônica última tirinha da série, mas crossovers com outros personagens dos quadrinhos, como os Penauts do Charles Schultz...
Ou o brasileiríssimo Menino Maluquinho, do Ziraldo...
E POR FALAR EM CALVIN...
Logo no começo do blog, postei aqui alguns adaptações feitas por fãs das historinhas de Calvin; e não é que – procurando pela bendita tirinha do post anterior (só encontro essas coisas fazendo pesquisas pro blog) – eu encontro mais um vídeo? Só que, diferente dos primeiros, trata-se de uma paródia feita pelo programa “Robot Chicken”.
E POR FALAR EM MENINO MALUQUINHO…
Alguém se lembra do filme, produzido há alguns anos atrás? Nunca mais ouvi falar nele, até procurei o trailer para postar aqui e curtir uma pequena onda nostálgica, mas não encontrei (o que é uma pena porque gosto bastante do personagem e do filme)...
...isso foi tudo que consegui encontrar. - -"
(NOTA: Nem só de Turma da Mônica são feitos os quadrinhos brasileiros...) u.u”
(...embora eu também ame o trabalho do Maurício!) ^^”
Uma coisa sobre a qual passei a semana pensando (além de “eu tenho que fazer a fisioterapia, eu tenho que fazer a fisioterapia, eu tenho que fazer a fisioterapia...”, é claro) é sobre os filmes que eu vi e ninguém mais parece ter visto (ou, se viu, faz tanto tempo que não mais se lembra); filmes que de tão interessantes/toscos/WTF? Só passavam de madrugada e eu só assistia porque era o único na casa acordado àquela hora (é... tem coisas que realmente não mudam).
Tentei buscar o trailers dos principais entre eles e só não encontrei do “Threesome – Três formas de amar” , no máximo alguns vídeos sobre um filme homônimo (e relativamente mais comportadinho) e uma peça de teatro baseada no filme, mas isso já não vem ao caso agora, enfim...
E você? Também tem as suas "pérolas televisivas" da madrugada?
“O que é careca, fedorento, apaga cangurus, usa sapatos largos e soutien apertado (e calcinha que precisa de uma lavada), fuma, bebe e briga demais para seu próprio bem?”
Acabei de ler a compilação das histórias publicadas no Brasil que algum nerd maldito disponibilizou aqui (se isso for um vírus eu também já peguei... e me diverti muito, diga-se de passagem) e então relembrei porque eu gosto tanto da personagem.
Ela é completamente sem-noção, namora um canguru mutante, é desbocada como o caralho, vive numa Austrália pós-apocaliptica totalmente non-sense e faz a Rê Bordosa parecer uma freira, entre outras coisas. Ah, sim... também foi graças à ela que comecei a pesquisar o movimento punk, mas como nosso primeiro contato se deu àquele filmezinho fubento e picolé-de-chuchu (mas que eu amo de paixão) com a Lori Petty e o Malcolm McDowell, prefiro abstrair essa parte...
(Mentira! Eu ainda adoro o número musical de “Let´s do it” do filme!) XP
Ok, não vou desmerecer totalmente o filme: ele é bacaninha e conseguiu maravilhar um Pedro de 14 anos, mas - depois do que eu li – Putaquepariu! Produção maldita! Mata!! Mata!!!
O título foi bem pouco publicado no Brasil com algumas histórias saindo na extinta ANIMAL (que, aliás, tinha um puta mix de títulos). Pelo que eu soube (eu disse que nerds eram bichos malditos), a personagem fez sucesso até ir decaindo, decaindo e ser comprada pela DC Comics que lançou uma derradeira aventura pelo selo Vertigo. Parece que em 2007 um dos criadores (o roteirista Allan Martin... o desenhista, Sr. James “Gorillaz” Hewlett, estava muito ocupado na ocasião) a trouxe de volta numa minissérie, com o visual totalmente reformulado (Yes, man... Essa história de punk já está bem século passado!). Sobre o conceito da “nova” Tank Girl, ele respondeu "1. Uma garota num tanque. 2. Uma maníaca desbocada movida a álcool com um penteado terrível e um pente de balas no bolso. Uma piloto de tanque irascível, sexy, fashionista e renegada com um senso de humor particular. Ela deixou o exército há algum tempo e levou o melhor tanque deles. Gosta de punk rock de 1976, champagne caro e chás de panela".
No mais tudo o que sei se baseia em boatos de internet. Rezo aos deuses (quem me vê falar assim pensa que eu sou mega-religioso, não?) para que um dia tenha condiçõe$ de colocar as mãos nas demais histórias!
Hasta!
PS: Ah, sim... Para quem quiser ler a compilação, mas não faz idéia de que cargas d´agua seja um arquivo ".cbr", dá pra baixar o programa de leitura por aqui, ok?
Esses dias, ao passar pela banca, dei de cara com um encadernado lançado pela Panini sobre o Lanterna Verde. “Ok, e daí? Eles já lançaram vários encadernados do Lanterna Verde” você pensa, mas o que mais me chamou a atenção (e me fez gastar meus últimos trocados) nesse encadernado é que ele aborda – exatamente – o derradeiro momento de loucura do, até então, Lanterna Verde Hal Jordan, a extinção da Tropa dos Lanternas e o surgimento da última esperança do legado do Gladiador Esmeralda (alguém mais acha esses títulos da DC muito bizarros?): o desenhista freelancer Kyle Rainer.
E por que essa história em particular chama a minha atenção? Bom, talvez porque ela estivesse sendo publicada na época em que comecei a ter contato com os quadrinhos da DC, talvez porque o personagem fosse um “representante da categoria” (Desenhistas! Desenhistas! Desenhistas!), talvez porque ela seja uma das melhores da época em que a DC estava reformulando e “humanizando” seus personagens (Superman já havia morrido, Batman já havia sucumbido ao stress e ido parar numa cadeira de rodas graças a um vilão e o Lanterna Verde... Bem, viu seus todos seus entes queridos morrerem e enlouqueceu. Prontofalei!) e apresentava um herói novato, que não era destemido e tinha de portar uma arma (e um legado) megaboga sem qualquer aviso ou treinamento prévio; ou simplesmente (e isso eu defini anos depois) porque trata-se de um herói cuja única limitação seja sua força de vontade. Enfim, ainda me pego procurando uma razão plausível por isso.
Até aí tudo bem, mas não consigo deixar de achar graça no fato de que esse encadernado me apareceu na mesma semana em que descubro que a DC produziu um Longa-metragem animado do Gladiador Esmeralda (ah que se eu encontrar eu pego!) e que eu soube pelo Papel Pop que o Ryan Reynolds fechou contrato para viver Hal Jordan nas telonas (ah que se eu encontrar eu REALMENTE pego!). E aí? Podemos chamar isso de coincidência?
Hello Wad... digo, Hal! How You Doin'? XD~
Quanto à história do filme (com atores), meu único medo é que – assim como a Marvel fez com o Homem-Aranha – a DC se empolgue e acabe cagando com o personagem nos quadrinhos... como, aliás, já fez, mas prefiro não comentar sobre isso agora. Por enquanto vou me distraindo com o trailer da animação...
E como recordar é viver e eu (como fã) quero mesmo ver um filme bem-feito, apelo pra que CHAMEM O NERD QUE FEZ ESSE TRAILER! NÃO ACEITO POR MENOS!!!
Faz muito tempo que vi esses videos, muito mesmo; tinha até esquecido deles, na verdade. Mas numa conversa sobre animação (e o AnimaMundi Web... babando aqui), lembrei e vi que não só teve uma, como 4 continuações! Todas formando uma narrativa sobre o amor e a intolerância das pessoas com o que é atípico.
Muito bonitinho. Enjoy! ^^-
(dica: cuidado com as musiquinhas... elas são grudentas)
(e - claro - já devidamente instaladas no MP4!) XD
Porque, no fim-de-semana pós-dia dos namorados, o melhor mesmo é ficar em casa...
Acho que ainda vou ver esse video várias e várias vezes antes do fim do semestre por causa do trabalho de Fucomvis. Enfim, é um curta (velho e) muito bem-feito d´O coração delator´ do Allan Poe.
Esse outro foi feito nas paredes de Buenos Aires (sim, stop-motion em paredes públicas... legal, não?) e foi mostrado durante um seminário de Intervenção urbana e contracultura. Pra quem se interessar, na página desse vídeo no Youtube há links pra outras animações também.
E esse ultimo (na verdade não seria, mas também não quero obrigar ninguém a ficar plantado um dia inteiro olhando esse blog) foi fruto da nova campanha do Adobe Suit 4, onde convidaram alguns artistas pra criar qualquer coisa utilizando apenas os programas desse pacote. (e foda-se o lado comercial dessa bagaça, o curta ficou bonitinho e mor bem-feito)
Sempre gostei d´Os Normais´, odiei o fim da série e chorei litros de rir com o primeiro filme. Sabia (esperava, pelo menos) que rodariam o segundo filme, e vi hoje no Lokas da Xereca que não só rodaram, como a estréia está programada para Agosto e já tem até um teaser (posso chamar assim?) do filme... Pois é, como assim? Por onde eu andava que não sabia de uma coisa dessas??? o.o"
Mas, na real, espero (mesmo) que o filme seja mais engraçado que esse video, porque - convenhamos - ficou meia-boca.
A grande maioria dos blogs que eu leio está comentando desse filme; alguns por causa da temática (homossexualidade + incesto = BUM!!!), outros esperando pela recepção da crítica e do grande público (os que conseguirem assistir, né? Já que já que, exceto pelos da Xuxa e do Didi, filmes brasileiros ficam pouquíssimo tempo em cartaz).
Eu, depois de assistir o trailer, fiquei particularmente curioso. Talvez por ter essa relação com vídeos ou porque - de fato - o trailer ficou muito bem feito (tá... meu lado tiete berrou quando eu ouvi Summer 78 tocando. It´s Yann Tiersen, baby!). Enfim, fica a dica:
E POR FALAR EM FILMES...
Estava pesquisando no que dar de aniversário pra Jaque e lembrei dessa afinidade dela com a Rê Bordosa (ok, sem comentários) e de que produziram um filme da qual ela participa (na voz de Rita Lee... TUUUUUDO A VER!!!). Eu mesmo queria ter visto no cinema, mas como já disse, filmes brasileiros passam correndo pelas nossas salas.
O que seria da minha vida sem o YouTube? (amore mio)
E POR FALAR EM TRAILERS...
Outro dia o Otávio Chamorro comentou que saiu uma matéria no Paroutudo.com sobre o filme dele (só digo uma coisa, bee: a comédia é do babado!!!) e - nessa matéria - tinha um link pro trailer:
Pelo que eu tô sabendo esse filme (por motivos óbvios) por enquanto só está sendo exibido em festivais LGBT´s e de cinema independente, mas se os deuses assim permitirem e o Google for tão poderoso quanto eu sei que ele é, logo logo a grande nação internauta (bate!) poderá vê-lo.