Mostrando postagens com marcador Papo-furado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papo-furado. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Carne de plástico, fama de vidro...
Eram lindos, ricos, famosos, plásticos... perfeitos. Viviam em seus reluzentes casamentos perfeitos e, após alguns anos, tiveram divórcios perfeitamente amigáveis com seus pares. Como jovens celebridades que eram, era de se esperar que numa das baladas perfeitas que frequentavam, sentissem um (perfeito) magnetismo um pelo outro. O sexo (é claro) foi perfeito, intenso, selvagem e quente... tão quente que derreteu o plástico, fundiu suas peles poliméricas e os uniu - literalmente - numa pessoa só. Se tornaram (não-gêmeos, mas) siameses: uma tragédia! A alta sociedade, ainda plástica, perfeita e reluzente, se apiedou deles e ofereceu solidariedade e apoio; tudo devidamente registrado pelas câmeras. Caíram no esquecimento, relegados a "aberrações (melhor dizendo: excêntricos)-com-algum-dinheiro". Envelheceram e morreram nos sites sensacionalistas. O plástico virara carne.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Vida de Cão
ou "A música que (re)descobri a seis anos e, desde então, não têm saído do meu player"...
(ou da minha vida)
(mas estamos trabalhando nisso!)
Inté!
(ou da minha vida)
(mas estamos trabalhando nisso!)
Inté!
domingo, 17 de junho de 2012
GallifreyCon!
E hoje (ontem na verdade, mas ainda não dormi) aconteceu a primeira GallifreyCon, uma convenção totalmente voltada para os fãs de Doctor Who (sobre o qual, inclusive, já comentei por aqui) e, num contexto geral (afinal é a primeira edição), foi bem legal. Vi pessoas comentando e celebrando uma série que gosto muito, ri e me diverti bastante, mascontudotodaviaentretantoPORÉM esqueci de levar minha câmera e registrar tudo (só pra variar)...
Tudo bem, ficam as boas lembranças e esse vídeo, exibido durante o intervalo entre uma atração e outra, no qual todo o elenco e produção da série cantam e dançam juntos. Menção honrosa para os aliens (sobretudo o Ood Sigma) dançantes!
Inté!
Tudo bem, ficam as boas lembranças e esse vídeo, exibido durante o intervalo entre uma atração e outra, no qual todo o elenco e produção da série cantam e dançam juntos. Menção honrosa para os aliens (sobretudo o Ood Sigma) dançantes!
Inté!
terça-feira, 5 de junho de 2012
Dama-da-noite
A dama-da-noite (Cestrum nocturnum) é um arbusto da família das solanáceas, originário das Antilhas. Possui folhas lanceoladas e pequenas flores amareladas que exalam peculiar perfume durante a noite. Também é conhecido pelos nomes de coirana, jasmim-da-noite e jasmim-verde.
Fonte: Wikipedia
-----------------------------------------------------------------------------------
Por muito tempo esse foi o meu perfume preferido; em todas as noites frias e (ainda relativamente) secas de outono, quando saía pra andar a esmo por aí ou mesmo da janela do meu quarto, mais próximo do pé de dama-da-noite do quintal vizinho (já que o que tínhamos em casa foi arrancado por um tio, alegando que a planta tinha "cheiro de cemitério"). De toda forma, na noite passada soube que a planta do vizinho floresceu novamente, visto que minha avó me ligou dizendo que sentiu o perfume de dama-da-noite e lembrou de mim na hora...
Coração apertou com a saudade.
Uma das minhas raras críticas à São Paulo é que - diferentemente da arborizada Brasília - não há muitos pés de dama-da-noite por aqui. Às vezes esqueço que o outono chegou.
Inté!
sábado, 10 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Por que a coragem da juventude parece se diluir nos anos seguintes?
Você lembra como era?
O ímpeto, a velocidade, o "depois eu dou um jeito"...
O que aconteceu?
Tá ralo, ralinho... mal se sente o gosto.
Que gosto tinha?
Hoje é café, desses bem água-de-batata, que se toma comendo pão-de-queijo na rodoviária.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Calango lengo
Tudo bem que eu nem moro mais em Brasília, onde (dependendo da época do ano) poderia fazer qualquer comparação, mas... Bah, eu gostei mesmo assim!
(obrigado ao pessoal da república por me apresentar!)
Inté!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Drink me
O pai lhe deu o primeiro gole aos três meses de idade. "É só um golezinho, que mal pode fazer?", disse ele. Mas assim como quase tudo terminado em "inho", o golezinho teve consequências: a menina ficou viciada. Desde então bebia Coca-Cola como quem bebe água e não havia quem a fizesse largar esse hábito. "Ela é viciada em Coca-Cola, que mal pode haver?", pensavam todos. Até que num exame médico, às vésperas de seus quinze anos, foi constatado que seu sangue foi substituído - ao longo de anos de vício - por xarope do dito refrigerante. Escandâlo. O que a Coca-Cola está fazendo com nossos jovens? Sensação. A (agora) garota Coca-Cola dá entrevistas, aparece em programas de TV e assina um contrato publicitário com a dita empresa. É morta um mês depois por uma turba de fanáticos-cristãos-comunistas-radicais, que acusavam-na de ser o anticristo por ter em suas veias o sangue negro e açucarado do capitalismo liberal. Em sua memória, a empresa de refrigerantes lançará uma edição especial e limitadíssima da Coca-Cola em garrafinhas douradas no formato do corpo da garota (e, segundo os boatos na internet, feita com o sangue-xarope do corpo da mesma, clandestinamente exumado após o enterro).
sábado, 22 de outubro de 2011
Allons-y!

Primeira vez que escrevo algo desde que cheguei, subitamente, à Big City. Também pudera: só agora consegui me instalar, arrumar um emprego e ter acesso a um computador (que não o de Lan houses, o que me lembra de mudar as senhas dos meus e-mails o mais rápido possível). Em linhas gerais (e digo isso especialmente para aqueles a quem não posso dar notícias em “tempo real”) estou bem. O choque inicial e o conseqüente medo do deslocamento súbito de Brasília para São Paulo vão, aos poucos, dando lugar a uma confiança por vezes abusada e a uma curiosidade aparentemente insaciável de entender como funciona essa cidade (sinceramente não acho que vá conseguir de fato, mas, como disse, ando abusado a ponto de acreditar nisso de vez em quando).
Dizem que quando você passa a morar num lugar, todo o encanto que ele exercia sobre você desaparece, tornando-se trivial. Meus amigos daqui vivem repetindo essa máxima enquanto me mostram lugares e/ou coisas que apesar de – para eles – serem completamente triviais, para mim são experiências e lugares novos (o que só atiça minha curiosidade); como quem diz “Relaxa, um dia isso tudo será comum demais para você” (no que eu respondo “Será?”, com uma expressão descarada de “Duvido muito!” no rosto). Não que eu realmente duvide que São Paulo, um dia, se torne comum demais para mim (mesmo a modernista Brasília, com sua irrealidade utópica e “rebelde” conseguiu esse feito), mas gosto de pensar – naqui – como um lugar fértil em possibilidades (que lugar novo não o é?) e depois... quem sabe? Também gosto de pensar nessa cidade como uma primeira parada para outros destinos (independentemente dos valores, positivos e/ou negativos, que eles possam representar. Tudo é experiência).
Sei o quanto (excessivamente) otimista e ingênuo pareço falando assim; parte de mim, inclusive, está até envergonhado, mas – superados o choque inicial e o medo anteriormente citados – é impossível não ver toda a situação com um certo otimismo: é um novo começo, é uma nova possibilidade (que, por sua vez, se desdobra em outras), é um novo... tudo.
Correndo o sério risco de me repetir (já que tenho entoado essas palavras durante toda a semana, como um mantra), wish me luck!
Inté!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Corações partidos tem cheiro? Vilania tem...
Alguns dias atrás ganhei de um tio um vidro de perfume (o que é meio estranho dado que, apesar de gostar muito, não tenho o hábito de me perfumar); um perfume delicioso, diga-se de passagem, não fosse pelo fato – e nessas horas amaldiçoo minha boa memória – de que, anos atrás, fosse o mesmo perfume que ganhei de aniversário de um quase-namoro que tive. Na época cheguei a ouvir de um amigo a brincadeira profética de que, diante de tal presente, a paixão duraria a medida exata do líquido no frasco. Pois é: durou menos (por motivos que me abstenho de explicitar aqui), mas sua lembrança continuou guardada junto com a fragrância, as razões e tudo o mais na minha cabeça.
E por que retomar essa história, anos depois? – você deve estar se perguntando. É que diante deste (mais uma vez) presente foi inevitável me perguntar como anda, hoje, aquele quase namoro: se ele mudou, o que andará fazendo, se encontrou alguém que correspondeu devidamente os sentimentos dele, esse tipo de coisa. Acho que deu pra notar que saí desse relacionamento me sentindo um tanto culpado, não? Faz parte daquela regra/paradoxo: você passa a vida procurando por alguém que goste de você como é e – quando encontra – não consegue dedicar o mesmo afeto a essa pessoa. Você, então, sai do relacionamento se sentindo um crápula... o vilão da história.
Certa vez outro amigo me disse que temos a necessidade instintiva de antagonizar alguém em nossas vidas; de criar um demônio, um “vilão” para nos motivar a superar a fossa que a inércia que, às vezes, nos acometem e seguir em frente sem – nunca – descer do salto (ok, essa parte de “descer do salto” faz parte da minha interpretação). Confesso que já tive meus “vilões” pessoais (quase todos, infelizmente, sem aquele charme particular dos vilões de filmes antigos), pessoas que me despertaram antipatia automática ou que transformaram, gradualmente, meu amor em ódio. Mas não seria, o ódio, uma variante do amor? Se o desprezo é, de fato, o pior sentimento (ou a falta dele) que se pode reservar a alguém podemos deduzir que quem ainda se dá ao trabalho de alimentar ódio por alguém provavelmente também se disporá a, eventualmente, transformar esse ódio em amor, certo?
Isso posto, será que realmente fui o vilão dessa pessoa (ou ainda o sou)? Se sim, por quanto tempo terei sido o corvo desse alguém? Isso realmente faz diferença agora?
Acho que não... o perfume já passou.
Inté!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
domingo, 6 de março de 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Sentimental...
Ok, podem me chamar, mas confesso que fiquei derretido quando vi esse vídeo feito com alguns posts de determinado tópico da QN (assim como fiquei derretido vendo, no ônibus, aquele casal de meia-idade numa vibe meio “meu primeiro amor” ontem e quando, ocasionalmente, vejo casais carinhosos na rua... estou ficando mole?)
Hasta!
Hasta!
sábado, 20 de novembro de 2010
E começou a semana de trotes na UnB...

Dado o que já aconteceu e algumas de suas consequências, tem como não ficar incomodado/ressabiado/com o pé atrás?
E o semestre segue...
Hasta!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Quem fica com a cauda?
Notícia velha, notícia passada, mas – nessa última temporada em SP – não teve como não pensar a respeito, então abro aqui um pequeno espaço pra reflexão, ok? (e, não, não é sobre como, súbita e inexplicavelmente, comecei a escrever de maneira injustificadamente formal, mas enfim...)
Como disse, estava em SP, andando com o @leonardoseville na Paulista, no dia da vitória presidencial de Dilma e – como é de se esperar – todos os militantes do PT tomaram a avenida, sendo necessário, inclusive, o fechamento de um trecho da avenida. Tudo muito bonito, tudo muito alegre, tudo muito comemorativo... e por que não seria? Não é assim ao final de qualquer disputa? Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi ouvir de um trio elétrico em frente ao MASP, o locutor (posso chamá-lo assim? Era apenas um cara com um microfone em cima do trio) gritando a quem quisesse ouvir (e a quem não quisesse também) que a esperança venceu o medo, ao som de “♪ Xô, Satanás... ♫”.
Opa, peraí, como é?
Exatamente, caro leitor. De candidato da oposição (ou sei lá como se definem esses “lados da Força” ultimamente), José Serra foi promovido (?) a “Mal encarnado”, com direito a um mamulengo (um pouco mais bonito que o original) devidamente caracterizado com adesivos e bandeiras da Dilma, em sinal de derrota.
Ok, tudo bem que José Serra não seja um padrão de beleza a ser seguido, tampouco me inspire muita confiança (tal qual Dilma Rousseff), mas pintá-lo com dois chifrinhos e uma cauda pontuda também é um pouco exagerado, não? Digo, a mesma estratégia foi adotada por seus militantes pra difamar a concorrente, acusando-a de “assassina de criancinhas” e “terrorista”, entre outras alcunhas amabilíssimas durante a campanha. Confesso que seja normal, numa disputa, antagonizar seu adversário e que – talvez – esse hábito ganhe um pouco mais de força numa corrida eleitoral, dado o que está em jogo; mas acho que, como tudo o mais no mundo, desrespeito demais faz mal (não só à imagem dos desrespeitado como à credibilidade do desrespeitador também), ainda mais se levarmos em conta o poder que essas comparações de cunho religioso podem ter.

“Religioso”... após dizer isso me veio à cabeça toda a manipulação maniqueísta destas últimas eleições, de como crenças e verdades (e, nisso, falo daquelas íntimas e espirituais) foram manipuladas em torno de interesses tão somente particulares, resultando numa (mesmo que em escala absurdamente menor) “Guerra Santa” e na – até o momento – corrida eleitoral mais absurda da história brasileira.
Pensando bem... por que eu ainda me surpreendo, né?
(ainda bem que acabou)
Hasta!
Como disse, estava em SP, andando com o @leonardoseville na Paulista, no dia da vitória presidencial de Dilma e – como é de se esperar – todos os militantes do PT tomaram a avenida, sendo necessário, inclusive, o fechamento de um trecho da avenida. Tudo muito bonito, tudo muito alegre, tudo muito comemorativo... e por que não seria? Não é assim ao final de qualquer disputa? Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi ouvir de um trio elétrico em frente ao MASP, o locutor (posso chamá-lo assim? Era apenas um cara com um microfone em cima do trio) gritando a quem quisesse ouvir (e a quem não quisesse também) que a esperança venceu o medo, ao som de “♪ Xô, Satanás... ♫”.
Opa, peraí, como é?
Exatamente, caro leitor. De candidato da oposição (ou sei lá como se definem esses “lados da Força” ultimamente), José Serra foi promovido (?) a “Mal encarnado”, com direito a um mamulengo (um pouco mais bonito que o original) devidamente caracterizado com adesivos e bandeiras da Dilma, em sinal de derrota.
Ok, tudo bem que José Serra não seja um padrão de beleza a ser seguido, tampouco me inspire muita confiança (tal qual Dilma Rousseff), mas pintá-lo com dois chifrinhos e uma cauda pontuda também é um pouco exagerado, não? Digo, a mesma estratégia foi adotada por seus militantes pra difamar a concorrente, acusando-a de “assassina de criancinhas” e “terrorista”, entre outras alcunhas amabilíssimas durante a campanha. Confesso que seja normal, numa disputa, antagonizar seu adversário e que – talvez – esse hábito ganhe um pouco mais de força numa corrida eleitoral, dado o que está em jogo; mas acho que, como tudo o mais no mundo, desrespeito demais faz mal (não só à imagem dos desrespeitado como à credibilidade do desrespeitador também), ainda mais se levarmos em conta o poder que essas comparações de cunho religioso podem ter.

(Boo!)
“Religioso”... após dizer isso me veio à cabeça toda a manipulação maniqueísta destas últimas eleições, de como crenças e verdades (e, nisso, falo daquelas íntimas e espirituais) foram manipuladas em torno de interesses tão somente particulares, resultando numa (mesmo que em escala absurdamente menor) “Guerra Santa” e na – até o momento – corrida eleitoral mais absurda da história brasileira.
Pensando bem... por que eu ainda me surpreendo, né?
(ainda bem que acabou)
Hasta!
Um dia qualquer...
Assinar:
Postagens (Atom)






