
via @malvados
Vai nada fia... ela é uma amadora!
Hasta!
E o mais curioso/vergonhoso/wathever dessa história é que eu o machuquei de forma bem simples: Estava eu com a Amanda, o Jack e uns amigos dele, conversando, quando simplesmente me virei pra algum lado e o joelho se fudeu sozinho! Até aí tudo bem, já aconteceu antes mesmo e não foi nada grave, tanto que, na ocasião, tratei a dor com bebida, anti-gripal (era a coisa mais próxima de um analgésico que eu tinha na mala) e dançando com o pessoal da escola atrás da bandinha de Pirenópolis. Mas não foi o caso agora.
Segundo o médico (e a cara de enterro dele e, posteriormente, do meu pai só ajudaram a confirmar) é uma lesão grave no joelho e, se eu não operar o mais rápido possível e continuar fazendo de conta que nada aconteceu, corro o sério risco de piorar tudo pra algo irreversível. Até aí tudo bem, o problema é que os preparativos estão demorando um pouco mais que o previsto, o que me deixa mais tempo preso nesse quarto, ou seja
(Pedro “Speedy González” + “Molho” no quarto) x Dias de atraso = Não-legal
Há quem diga que isso seja o meu corpo pedindo arrego depois de tudo o que aconteceu, há quem diga que isso servirá como uma experiência de reflexão sobre a minha vida, mas eu sinceramente não sei. Só sei que não me agrada muito essa história de depender dos outros pras coisas mais simples (orgulhoso? Eu?) e de que o meu senso de humor definitivamente não faz sucesso aqui em casa (e eu ainda nem estou fazendo piadas com eles), mas enfim... paciência.
Ah, aceito (imploro) idéias de coisas pra passar o tempo!
Hasta!
Niemeyer, seu "fafadinho"... isso é coisa que se coloque em praça pública?
Pois é, meu caros. Pois paralelamente a tais projetos, também há uma reformulação e (digi)evolução do sistemas de transporte público de Brasília, na qual há a ampliação de vias, criação de novas linhas de metrô e tals. Se eu acho isso totalmente negativo? De forma alguma! Não é de hoje que o transporte público da capital precisava de uma incrementada e nunca escondi de ninguém que achava muita pobreza o metrô só atender a metade Sul da cidade. O que me deixou com o cabelo em pé (ta bom, eu sei pra isso não é preciso muito!) foi o projeto do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) nas avenidas W3 Sul e Norte, aqui perto de casa.
Acredita bonita mode [X]ON [ ]OFF
Pra quem não conhece, as avenidas W3 são relativamente curtas, de trânsito intenso e de passagem obrigatória para muitos lugares da cidade. Ah, sim, e por serem de trânsito intenso são uma merda para se estacionar também (nas poucas vagas, situadas no canteiro central). No caso, esse VLT seria construído exatamente no canteiro central da via fechando, assim, os retornos e passagens e obrigando os motoristas a dar AQUELA volta caso não queiram permanecer na mesma via o resto de seus dias, fora a parte de ferir o projeto original da cidade (que, de tanta marmotagem, está pra perder o título de Patrimônio Cultural da Humanidade). Leskal, né?
Vejamos por esse lado... pelo menos agora os emos do Pátio Brasil poderão se matar num lugar mais glam!
E, não bastasse isso, há a grande divulgação por parte do Governo Estadual por meio de propaganda na TV, banners (tem um enorme lá na estação de metrô da 102 Sul) e do site Brasília 2014, contando como certo esse projeto quando, na verdade (e isso eu digo de fonte segura), nem o IPHAN, nem o Ministério Público do DF aprovaram essa empreitada ainda. Sentiu a pressão?
Eu sou declaradamente contra esse projeto (jura?), talvez por não curtir muita marmotagem por parte dos governantes (ainda mais por um motivo desses), talvez por ver tentarem manipular a opinião (e pressão) pública ou – simplesmente – porque essa história de VLT lembra MUITO o projeto/delírio/já lenda urbana do “nosso” querido ex-governador-e-senador Roriz (queima ele Jizuis!) de construir um trem-bala ligando Brasília à Goiânia, mas essa parte já é mais pessoal. Enfim... e pra você? A copa de 2014 já chegou?
Hasta!