segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dos pequenos cacos...



Calidoscópio. [De cal(i)- + -ido- + -scop- + -io².] S. m. 1. Pequeno instrumento cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos angulares dispostos longitudinalmente, produzem um número infinito de combinações de imagens de cores variegadas. 2. Fig. Sucessão rápida e cambiante (de impressões, de sensações): A nossa viagem foi um calidoscópio. [Ê m. us. A f. caleidoscópio.]

Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa
2ª edição, 19ª impressão
1986

Seu coração foi partido?
Sua alma aquebrantada?
Seu ser dividido?

Sempre dá pra criar algo novo e belo dos despojos (a reciclagem está aí pra isso).

Hasta!

How POP works...

Passado o VMA - que eu não consegui acompanhar - e a cobertura via Twitter (valew, gente... afinal quem precisa de TV hoje em dia?), não há mais qualquer coisa a ser dita...



Ou pelo menos qualquer coisa que já não tenha sido dita antes.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Jeitinho brasiliense...

♫ “Brasília, a terra do carão...” ♪

Assim dizia uma música que ouvi a alguns anos num CD promocional do Paroutudo.com que o Devs ganhou de alguém, e que o mesmo fazia questão de ressaltar sempre que incomodado com o “jeitinho brasiliense” de ser (ou seja, diariamente). Implicância ou não, ele não é o primeiro (e algo me diz que não será o último) a me reclamar da postura fria e posuda dos cidadãos da capital... e o pior é que sou forçado a concordar com ele.

Qualquer um que viaje ocasionalmente por aí deve notar que – em relação aos brasilienses – as pessoas de outros estados são mais simpáticas e receptivas a conhecer gente nova (ou, pelo menos, assim demonstram); não se esforçam (tanto) em manter uma pose ou em simular possuir um “status”, mas por que essa diferença?

Há quem culpe o fato de se tratar de uma cidade planejada: nascida pronta há 50 anos, sem ter tido tempo, ainda, de desenvolver uma “alma” própria ou um senso de comunidade em seus cidadãos; e há quem atribua a situação, também, ao fato de que a cidade já nasceu destinada à elite do Governo (governantes, funcionários públicos, burocratas e afins), já devidamente separados e organizados por setores da cidade. Independentemente da razão, o fato é que muitas vezes pego várias pessoas (e, pra minha vergonha, eu mesmo) assimilando essa postura seca (sem trocadilhos com o clima daqui, embora seja quase impossível não associá-lo) e, verdade seja dita, é um tanto constrangedor se dar conta disso.

Tento romper, todos os dias, esse estereótipo; essa distância segura (como alguns preferem definir) que os brasilienses parecem naturalmente – e culturalmente – ter, mas quão difícil é vencer um hábito carregado desde o nascimento! Mesmo assim é sempre bom (e sensato) ter consciência de que hábitos podem ser mudados e que – no final das contas – pessoas definitivamente não são ilhas.

(frases feitas, sim, mas nem por isso menos verdadeiras)

Hasta!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mãos






Reiterando uma idéia que já joguei aqui certa vez e que retomei essa semana...

"Às vezes, as coisas mais simples conseguem ser as mais fantásticas."

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Exposição!

Não sei se já falei sobre isso, mas enquanto todas as outras Universidades estão, aparentemente, iniciando seus semestres letivos de maneira tranquila, a UnB corre como um caminhão desgovernado para fechar o primeiro do ano. Tudo bem: já era esperado; consequência da Greve dos professores no começo do ano.

Some isso ao fato de que arranjei um trabalho (YEEEEAH!) e o que temos?

(sim, por isso andei meio sumido do mundo...)

Não, não estou expondo e/ou me formando (ainda), mas trabalhei na montagem das obras e vi trabalhos muito bons. Logo, a quem quiser conferir os trabalhos dos meus amiguinhos, coleguinhas e outras pessoas muito talentosas do meu Departamento, fica o convite!

A abertura da exposição ocorre amanhã (ou seria "hoje"?), 27 de Agosto, às 19:00 (olha, mais um convite!).

Hasta!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O poder das palavras na era dos passarinhos azuis...



Veja você como são as coisas: Na hora do almoço resolvo dar uma espiada no Twitter – até aí tudo normal – e uma das primeiras coisas que vejo é uma mensagem retwittada, na qual o @rafinhabastos diz em bom português ao @DaniloGentili que seu único talento é causar brigas desnecessárias... Ok, até aí também não há qualquer novidade: duas celebridades trocando farpas pelo Twitter, vemos esse tipo de coisa toda semana.

Mas pra quê?

Não é difícil imaginar que, num site como o Twitter, qualquer “ai” que você postar será lido por quaisquer N pessoas que queiram te seguir (o que é, independente da sua vontade, sempre um número bem maior do que o de pessoas que você realmente conhece no site) e que, sendo você famoso de alguma forma, esse número de seguidores será muito maior e mais atento às suas palavras. É simples, é fácil, logo, por que tanta dor-de-cabeça?

Uma das primeiras razões que alguém daria seria “para se promover” e é claro que não podemos negar, também, o incrível potencial repercutivo de qualquer briga/barraco/confusão (minhas vizinhas fofoqueiras são provas vivas disso), mas quem estaria desesperado por atenção a ponto de passar por um vexame desses na frente de toda a rede?

É esse o preço de ser famoso? Ou um simples efeito colateral de dar ouvidos ao passarinho azul?

Hasta!

(PS: Se o texto estiver muito confuso, relevem... estou bêbado)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sobre músicas e se lançar...

Sabe aqueles filmes que vimos na adolescência e gostamos muito? Claro que, dependendo da idade de cada um isso pode significar filmografias totalmente diferentes, mas quem também tem 25 anos deve se lembrar de um Road movie musical (hoje) bem água-com-açúcar chamado “Duets” (e que, no Brasil, recebeu o infame subtítulo “Vem cantar comigo”). Não lembra? Bom, talvez a música (mais famosa) ajude a relembrar...



(pessoalmente prefiro “Free as a bird”, mas enfim…)

Anyway, talvez seja empolgação pela apresentação final da matéria de Canto Coral 1 na UnB (apesar dos pesares me diverti horrores nessa matéria), um misto de saudosismo e otimismo, ou simplesmente porque dei de cara com a trilha sonora do filme (que, aliás, é ótima) no meu computador esses dias; mas – coincidência ou não – é impossível não traçar um paralelo entre a história de pessoas que (assim como pra subir num palco e cantar pruma platéia) tiveram coragem de embarcar em carros e processos de mudança e o que anda me acontecendo por esses dias. Há que se ter coragem pra se lançar em qualquer coisa...

...Espero que eu também o tenha.

Hasta!